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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Como tudo começou...

Quando era criança meu sonho era ser artista.
Já quis ser ator, cantor, músico, e tudo o que lhe vier a cabeça. Entrei no curso de violão, aprendi muitas coisas, mas quando estava fazendo aulas há 1 ano, desisti. Porque? até hoje eu ainda não descobri, depois comecei a fazer aula de teclado... era o sonho da minha mãe. eu até gostava do instrumento, mas não é o que eu queria, desisti de novo... Isso aconteceu também quando entrei nas aulas de bateria, teoria musical e numa banda marcial. Acho que não era mesmo pra ser músico...
Entrei no curso de teatro, amava aquelas aulas bem dinâmicas, aquele professor "palhaço" que mais me fazia rir do que aprender qualquer coisa, disso eu não queria desistir, mas o local em que eu fazia o curso fechou. Foi uma situação chata e meu sonho foi se acabando.
Por ser de uma familia evangélica, na igreja entrei pro coral, arrisquei alguns solos, duetos, e tal, mas nada profissional.
Alguns anos depois, já no Curso Normal, decidi participar da Mostra de Dança do I.E.G.R.S. Seria a primeira vez que dançaria na vida, pois nem quadrilha eu sabia como era. A proposta da dança era representar a chegada da Corte Portuguesa no Brasil, em 1808, já que naquele ano eram comemorados os 200 anos deste marco histórico. Coordenada pela professora de Educação Física Márcia Suênia, nossa turma montou coreografias, ensaiou e se apresentou naquele evento. Foi um sucesso. Me lembrei que sempre gostei de dança, mas ainda não tinha apoio dos meus pais para isso.
Na mesma época, conheci uma academia de dança onde fiz aulas de Jazz durante 2 meses, mas como a mensalidade era muito pesada para minha familia pagar, parei. Só que desta vez o sonho não morreu. Depois de 1 ano de procura conheci a Academia de Dança Cassia Cristina, que é onde estou até hoje. Lá comecei a fazer aulas de Jazz, depois entrei na turma de Ballet Clássico, Contemporâneo e Moderno.
Hoje, sou bailarino, faço aulas, provas, apresentações...
Um dia eu entro pro sindicato de dança do RJ. Se vou seguir a dança como profissão ainda não sei... Mas sei que ela faz parte de mim, e querendo ou não, vou carregá-la pra onde for.
E foi assim que tudo começou...

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